Vídeo educativo centrado nas oficinas realizadas com professores da Rede Pública de Ensino de Nova Iguaçu e Duque de Caxias sobre a temática da homossexualidade nas escolas. Mostra como a vivência na escola pode ser um caminho para o exercício da cidadania plena e um ambiente de respeito à diversidade sexual. Essas oficinas fizeram parte do projeto Escola sem Homofobia: trabalhando a diversidade sexual com professores da Rede Pública de Ensino de Nova Iguaçu e Duque de Caxias que a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA), em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade – Ministério da Educação (Secad/MEC), a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro e as Secretarias Municipais de Educação de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, realizou com os professores de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental.
Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Homofobia

Muita gente exige respeito, mas poucas pessoas sabem realmente o significado da palavra respeito. Algumas pessoas falam: "não tenho preconceito contra gay mas não quero que meu filho vire um''. Se não tem preconceito porque não quer que o filho vire? seria por vergonha ? e sentir vergonha da opção sexual do filho não é preconceito?
Há pessoas que julgam a outro pela roupa, pelo corte de cabelo, pelo estilo de música que se ouve e acham que são melhores por serem diferentes, quando na verdade seriam ótimas pessoas se parassem de julgar as pessoas pela forma de ser e se preocuparem mais consigo mesmo.
A falta de respeito e o preconceito é falta de conhecimento . E essa falta de conhecimento gera transtornos a quem sofre preconceito. Há pessoas que se matam por isso, que sofrem por isso. Tá na hora de percebermos que o mínimo que devemos ter por outra pessoa é respeito, e preconceito seja lá qual for é burrice.
Nos dias de hoje, as pessoas já estão começando a aprender que não precisam ser igual para conviver na mesma sociedade, mas ainda falta muita coisa para melhorar.
Violência nas escolas.
Nas escolas, as relações do dia-a-dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.
Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.
Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, oportunizando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social.
Com recortes de jornais e revistas, pesquisas, filmes, músicas, desenhos animados, notícias televisivas, dentre outros os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo, considerando que todos os envolvidos no processo educativo devem participar e se engajar nessa ação, para que a mesma não se torne contraditória. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos.
Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.
Por Jussara de BarrosGraduada em Pedagogia
Fonte: http://www.brasilescola.com
Minha Alma
O Rappa
A minha alma
Tá armada e apontada
Para cara do sossego
Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!
Pois paz sem voz
Paz sem voz
Não é paz é medo
Medo! Medo! Medo! Medo!...
As vezes eu falo com a vida
As vezes é ela quem diz:
"Qual a paz
Que eu não quero conservar
Prá tentar ser feliz?"...(2x)
A minha alma
Tá armada e apontada
Para cara do sossego
Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!
Pois paz sem voz
Paz sem voz
Não é paz é medo
Medo! Medo! Medo! Medo!...
As vezes eu falo com a vida
As vezes é ela quem diz:
"Qual a paz
Que eu não quero conservar
Prá tentar ser feliz?"...(2x)
As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa
Prisão...
Me abrace e me dê um beijo
Faça um filho comigo
Mas não me deixe sentar
Na poltrona no dia
De domingo (Domingo!)...
Essa música nos fez refletir que a violência está em qualquer lugar e nós, tentando evitá-la, nos limitamos a fazer algumas coisas porque pode ser perigoso. Ela nos fez refletir também que para que consigamos a paz nós temos que lutar por ela, não é simplesmente usar o clichê "queremos paz" sem batalhar pela mesma.
http://br.youtube.com/watch?v=-nSS3XCk2ZU
O Rappa
A minha alma
Tá armada e apontada
Para cara do sossego
Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!
Pois paz sem voz
Paz sem voz
Não é paz é medo
Medo! Medo! Medo! Medo!...
As vezes eu falo com a vida
As vezes é ela quem diz:
"Qual a paz
Que eu não quero conservar
Prá tentar ser feliz?"...(2x)
A minha alma
Tá armada e apontada
Para cara do sossego
Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!
Pois paz sem voz
Paz sem voz
Não é paz é medo
Medo! Medo! Medo! Medo!...
As vezes eu falo com a vida
As vezes é ela quem diz:
"Qual a paz
Que eu não quero conservar
Prá tentar ser feliz?"...(2x)
As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa
Prisão...
Me abrace e me dê um beijo
Faça um filho comigo
Mas não me deixe sentar
Na poltrona no dia
De domingo (Domingo!)...
Essa música nos fez refletir que a violência está em qualquer lugar e nós, tentando evitá-la, nos limitamos a fazer algumas coisas porque pode ser perigoso. Ela nos fez refletir também que para que consigamos a paz nós temos que lutar por ela, não é simplesmente usar o clichê "queremos paz" sem batalhar pela mesma.
http://br.youtube.com/watch?v=-nSS3XCk2ZU
Uma menina de 14 anos da seu depoimento sobre o bullying. Ela não consegue mais ficar no meio de seus colegas de escola por causa das agressões, e, quando pediu ajuda, seus pais acharam que era bobagem.
“Sofro bullying desde pequena, mas nunca liguei muito para isso. Hoje, isso começou me afetar mais. Parei de frequentar lugares onde todos os meus amigos vão pois não aguento as piadinhas que fazem sobre mim quando estão todos reunidos. Pelo fato de eu ter um nariz um pouco grande e ser muito magra, eles me chamam de apelidos bem chatos como ‘ladra de ar’ e ‘graveto’. E eu nem preciso estar perto para isso acontecer, pois mesmo quando estou no meu canto, recebo tuítes com zoações a meu respeito. Já falei para os meus pais sobre o problema, mas eles só riem e acham que é bobagem. Pedi que eles me levassem a um psicólogo, mas eles acharam desnecessário. O que eles não sabem é o quanto isso me faz mal. Quando começam a falar de mim, eu tenho vontade de fugir e ir para um lugar bem longe para chorar. Eu comecei a me cortar, para que pudesse esquecer esse problema e ajuda um pouco. Eu não sei mais o que fazer….”
Procuramos uma profissional para explicar esse comportamento tão sério da leitora.“Este comportamento de se cortar frente a uma situação angustiante, apesar de muito grave, não é incomum e é sim reversível. Em uma fase como a adolescência, em que a jovem se reconhece quando participa de um grupo, ser colocada de lado faz mal para a sua autoestima. A melhor coisa que se pode fazer é procurar um psicanalista. É uma pena que os pai não levem a sério, pois aquilo que ela não pode transformar em palavras, faz com que seu comportamento ganhe as dimensões que ganhou.”, explicou a psicóloga Katia Bizzarro.
Chega de violencia.
Vivemos em um mundo em que a violência está predominando….uma grande e terrível realidade.Seja esta violência com crianças, idosos, mulheres, homens, animais…digam NÃO à violência que nos aterroriza a cada minuto, a cada hora, a cada dia, se você é vítima, ou conhece alguém que está sendo vítima de qualquer tipo de violência denuncie….não vamos deixar que a impunidade reine entre nós.
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